Inclusão em Movimento: quando ocupar a cidade se torna um ato de pertencimento

Inclusão em Movimento promove autonomia e convivência no Parque Villa-Lobos. Foto: Acervo Sociedade Santos Mártires.
Quando uma pessoa com deficiência ocupa espaços públicos, ela reafirma seu direito de estar ali.

No dia 25 de fevereiro de 2026, a comunidade ampliou seus horizontes.
O Ninho da Esperança levou os acolhidos para além dos limites do bairro e mostrou, na prática, que a cidade também pertence a todos.

A atividade “Inclusão em Movimento” foi mais do que um passeio.
Foi uma experiência de autonomia, convivência e superação coletiva.

Sair da comunidade também é fortalecê-la

Ir ao Parque Villa-Lobos utilizando transporte público foi parte essencial da proposta.

Cada etapa do trajeto representou um avanço:

  • Uso consciente do transporte público
  • Exercício de autonomia e orientação
  • Apoio mútuo entre participantes
  • Vivência real dos espaços da cidade

Circular pela cidade amplia repertórios e fortalece a confiança.
Quando uma pessoa com deficiência ocupa espaços públicos, ela reafirma seu direito de estar ali.

Inclusão é prática diária

A atividade foi conduzida pela equipe e voluntários do Ninho da Esperança, que atuam diariamente para promover:

  • Autonomia
  • Respeito às diferenças
  • Participação social
  • Ocupação qualificada dos espaços públicos

“Inclusão em Movimento” mostrou que a cidade pode — e deve — ser vivida por todos.

Compromisso que ultrapassa fronteiras

A Sociedade Santos Mártires reafirma seu compromisso com a inclusão social, a defesa de direitos e o fortalecimento da comunidade.

Cada saída para novos espaços da cidade é também um retorno mais fortalecido ao Jardim Ângela.

Seguimos construindo caminhos onde a diversidade é respeitada, celebrada e vivida na prática.